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EKS vs GKE vs AKS: Kubernetes Gerenciado

EKS, GKE e AKS são Kubernetes gerenciado na AWS, GCP e Azure; o GKE é o mais automatizado, o EKS o mais integrado à AWS e o AKS a opção alinhada à Microsoft.

O GKE tem a herança Kubernetes mais profunda e o maior nível de automação (Autopilot, upgrades rápidos). O EKS se integra estreitamente ao IAM, à rede e aos serviços da AWS, ideal para plataformas centradas em AWS. O AKS se integra ao Entra ID e ao ecossistema Microsoft, atraente para equipes Azure, muitas vezes sem taxa de control plane. A escolha certa geralmente segue sua cloud, com o GKE liderando na ergonomia do Kubernetes.

EKSGKEAKS
CloudAWSGCPAzure
Automação K8sBoaMelhor (Autopilot)Boa
IntegraçãoAWS IAM/VPCNativa GCPEntra ID, Azure
Taxa de control planeSimPor clusterGeralmente nenhuma
Melhor paraCentrado em AWSK8s-first, automaçãoEquipes Azure/Microsoft

Caso de uso e ecossistema

O EKS se encaixa em equipes já na AWS que querem integração profunda com IAM e VPC. O GKE se encaixa em equipes Kubernetes-first que querem a maior automação e os upgrades mais suaves. O AKS se encaixa em equipes Azure e alinhadas à Microsoft que valorizam a integração com o Entra ID e o custo. Todos rodam Kubernetes upstream, então a portabilidade é semelhante; o alinhamento de cloud e a automação é que diferem.

No CI e deploy

Os três fazem deploy via Helm/kubectl a partir do CI usando OIDC para autenticação de cloud sem chaves. Qualquer um deles faz deploy a partir de runners gerenciados, onde runners mais rápidos encurtam os builds de imagem e os rollouts de cluster.

O veredito

Na AWS e querendo integração AWS profunda: EKS. Kubernetes-first e querendo automação máxima: GKE (Autopilot). No Azure ou alinhado à Microsoft: AKS. A decisão geralmente é ditada pela sua cloud, com o GKE se destacando na ergonomia do Kubernetes.

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