React vs Solid: qual biblioteca de UI?
O React renderiza por meio de um virtual DOM com um ecossistema vasto; o Solid usa o mesmo JSX com signals de granularidade fina e sem virtual DOM.
React e Solid usam JSX, mas o React re-executa componentes e faz diff de um virtual DOM, enquanto o Solid executa cada componente uma vez e atualiza o DOM com signals de granularidade fina. Isso torna o Solid um dos frameworks mais rápidos em benchmarks, com saída menor, enquanto o React traz o maior ecossistema, ferramentas e pool de contratação. O React vence pela maturidade e ecossistema; o Solid vence pelo desempenho bruto e um runtime mais enxuto com JSX familiar.
| React | Solid | |
|---|---|---|
| Renderização | Diff de virtual DOM | Signals de granularidade fina |
| Re-renderizações | Componentes re-executam | Executa uma vez, atualizações cirúrgicas |
| Desempenho | Bom | De topo |
| Ecossistema | O maior | Menor |
| Melhor para | Ecossistema, contratação | Desempenho com JSX familiar |
Caso de uso e ecossistema
O React serve times que precisam do maior ecossistema, mais bibliotecas e do maior pool de talentos. O Solid serve times fluentes em React que querem melhor desempenho e um runtime menor sem abandonar o JSX, aceitando um ecossistema mais jovem.
Desempenho e build
A reatividade de granularidade fina do Solid evita o overhead de re-renderização e fica perto do topo dos benchmarks; os recursos concorrentes do React ajudam em UIs complexas. Ambos fazem build com Vite e testam em runners gerenciados, onde runners mais rápidos reduzem os ciclos de build e teste.
O veredito
Quer o maior ecossistema, bibliotecas e pool de contratação: React. Quer desempenho de topo e um runtime enxuto mantendo o JSX: Solid. O React é o padrão pragmático; o Solid é convincente quando desempenho e sintaxe familiar importam ao mesmo tempo.