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Cloud Run vs GKE: serverless ou Kubernetes?

O Cloud Run roda containers serverless que escalam até zero com ops mínimo; o GKE é Kubernetes gerenciado que oferece controle total e o ecossistema CNCF.

O Cloud Run faz deploy de um container e cuida do escalonamento (inclusive até zero), da rede e do TLS com quase nenhuma configuração, ideal para serviços stateless e APIs. O GKE lhe dá Kubernetes completo com operators, rede customizada, cargas stateful e controle granular, ao custo do gerenciamento de cluster (facilitado pelo Autopilot). O Cloud Run favorece a simplicidade; o GKE favorece controle e ecossistema.

Cloud RunGKE
ModeloContainers serverlessKubernetes gerenciado
Overhead de opsMínimoGestão de cluster (Autopilot facilita)
Scale to zeroSimNão (node pools)
ControlePoucos ajustesKubernetes completo
Melhor paraServiços stateless, APIsCargas K8s complexas/stateful

Caso de uso e controle

O Cloud Run atende serviços HTTP stateless e consumidores de eventos onde você quer zero ops de cluster e a economia do scale-to-zero. O GKE atende plataformas complexas que precisam de controllers customizados, stateful sets, rede avançada ou Kubernetes multi-time, com o Autopilot reduzindo o gerenciamento de nós. Muitos times começam no Cloud Run e migram cargas específicas para o GKE.

Em CI e deploy

O Cloud Run faz deploy de uma única imagem com um comando; o GKE usa Helm/kubectl contra um cluster. Ambos rodam a partir do CI via OIDC. Qualquer um faz deploy a partir de runners gerenciados, onde runners mais rápidos encurtam os builds de imagem e os rollouts.

O veredito

Serviços stateless que querem ops mínimo e scale-to-zero: Cloud Run. Cargas Kubernetes complexas, stateful ou pesadas em ecossistema: GKE (Autopilot para reduzir ops de nós). O Cloud Run é o padrão mais simples; recorra ao GKE quando precisar de controle real de Kubernetes.

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